Situações que vem ocorrendo no Município de Ipixuna do Pará, faz a população questionar, qual a balança e o ritmo da Justiça no Brasil?
O Município
de Ipixuna do Pará, hoje governado pela Prefeita (PT) Katiane Feitosa da Cunha: ela que chegou ao poder depois que seu marido Evaldo Oliveira da Cunha, foi
impedido de concorre as eleições em 2016, ele foi barrado pela leia da ficha
limpa, pois responde a vários processos onde também já é condenado.
Alguns acontecimentos no Município têm feito a
população questionar: o motivo pelo qual a Prefeito ainda permanece no cargo.
Vários procedimentos já foram instaurados pelo Ministério Público, entre eles,
destacaremos:
-
Nepotismo
-
Funcionários fantasmas
- Transgressões Eleitorais - na eleição de 2018
- Dano
ao patrimônio público e improbidade administrativa.
No dia
28 de maio de 2019, uma decisão Judicial em que o Juiz da Comarca de Ipixuna
decidiu pela indisponibilidade dos bens da Prefeita e da então Secretaria de
Educação. (Na época dos fatos)
O que gerou polemica e talvez tenha sido o “ponto-chave”
das interpretações equivocadas referente a decisão; que chegou na época a ser
divulgado por um site de renome no estado do Pará. Roma News, que a Justiça
havia afastado do cargo a Secretaria e a Prefeita, sendo que a decisão incluía
apenas o afastamento da Secretaria.
Deve-se
ao entendimento que se houver o crime de improbidade, se a Prefeita terá seus
bens bloqueados pela justiça, como ela continuará administrando os bens públicos?
Esta é
a pergunta que muitos fazem, inclusive os que estão sofrendo com a ausência dos
serviços básicos no Município. Como é o caso dos amigos e familiares, do jovem
Lucivaldo da Silva, que faleceu depois de cair em uma cratera aberta a mais de
cinco meses em uma estrada vicinal no último dia 10 de junho de 2019. Segui o
link da reportagem:https://www.facebook.com/portal.ipixuna/videos/614376135739766/?t=8
Nenhum comentário:
Postar um comentário